O poder dos dedos
Maio 13, 2008A ponta dos dedos tem mais poder do que a ponta da pila.
Está tomada a decisão.
Limpeza geral da lista de ligações a outras páginas.
São blogs divertidos, bem escritos, radicais e inspiradores.
Partilho na barra lateral deste blog e agora aqui neste post
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Salsicha não te desgraces
Sem Pénis, Nem Inveja
Vida de Casado
As mulheres são os seres mais eficientes do mundo.
Tão eficientes e multitarefa que até assusta.
Mas tanta dessa eficácia existencial só se nota por causa do imenso desperdício do macho latino e do seu lixo.
Será que elas inventaram as limpezas para nos aborrecer nesse acto natural de sujar e desorganizar o mundo?
As mulheres são umas utilitárias. Podiam era aproveitar essa capacidade para benefício próprio e exclusivo.
Ou será que o nosso lixo e desorganização crónica tem algum valor de mercado? Sinto-me um poço de petróleo existencial de lixo valioso.
Quem me limpa o cócó?
Tantos anos.
Tantas lições.
Tantos tabus.
Tanta coisa.
E afinal é fácil.
Basta subir um degrau.
Basta fazer sexo no primeiro andar.
Ele no primeiro andar e ela no rés-do-chão.
Depois é só deixar o elevador exercer a função de roço entre pisos.
E já está.
Confiram aqui naMaçã de Eva, está tudo explicadinho.
Será universal?
Manuela Moura Guedes deveria ser paga a peso de ouro.
Não conheço personagem televisivo que mais faça pela promoção das virtudes duma maquilhagem eficaz.
Ontem nos Globos de Ouro parecia o fantasma da Ópera. Logo aquela maquilhagem só deve funcionar em pleno debaixo das luzes de estúdio da TVI. Se calhar não é tão boa.
Se numa festa com aquele glamour, ela apareceu assim imagino-a a acordar sem cremes e descabelada. Ou mesmo com os cabelos metidos na boca.
O Capitão Gancho José Eduardo Moniz deve ter um coração de ferro.
Ou sofre de retinopatia e nada vê.
Não estou sozinho nesta ideia vale a exclamação que li num blog
Vou comprar uma mota.
Cor-de-rosa e com platinados.
De fitas azuis e vermelhas nos punhos.
Com rodinhas de lado. Daquelas de borracha. Para amparar.
E quero também um capacete. Daqueles de jockey, de montar a cavalo.
Alguém me vende uma Harley?
Ou um carocha?
Espera lá isso não é uma mota.
Também não é um carro.
É um brinquedo.
Existe uma posição sexual portuguesa de sábado de manhã
A posição sexual portuguesa ideal para sábado de manhã é aquela em que os pés ficam de fora da cama.
De preferência os corpos estendem-se de lado e não ao comprido da cama.
Com esta posição os pés ficam mais perto do chão onde estão os ténis à espera e simultaneamente não se amarrota o fato de treina que está nos pés da cama.
Executado o acto em si logo depois de acordar, o tuga calça os ténis brancos com as meias com que dormiu esta noite e se esqueceu de tirar ontem e enfia o fato de treino.
Depois penteia-se e corre para o hipermercado num utilitário hipotecado ao banco.
Tudo isto sem tomar banho.
Assim garante uma boa dispersão das feromonas nos corredores dos detergentes e do vinho.
Claro que o português típico só não tomou banho porque o sabonete se esgotou e teve de comprar outro.
Quando chega a casa com um frango de churrasco de almoço, tão pouco toma banho, se não a comida arrefece.
Assim e mais logo à noite os nossos tugas podem tentar novamente a posição portuguesa acumulando o cheiro e o sabor das peúgas de há três dias, do banco suado do carro, do hálito dos sapatos, do cheiro do frango e do aroma do sabão azul que escolheram para o banho semanal.
O de quarta-feira, claro.
As reuniões com mais do que três pessoas são um desastre.
Juntar 16 pessoas à volta da mesa só em caso de terramoto, incêndio ou atentado terrorista. E isto para contar se estão todos vivos.
Pois bem, na minha empresa, fazemos reuniões regulares com mais de dez, às vezes quase vinte pessoas.
Como todos se julgam líderes de opinião e catedráticos de sabedoria, só nos livramos daquele suplício duas horas depois de ter começado a reuñião.
Eles falam, falam, e falam…
O ranhoso do canto embirrra com a frustreca do penteado armando. A gorda dos administrativos roxa de raiva e com asma assanhada perdigota sobre o senhor Joaquim dos transportes. E no fim temos uma bela lista de coisas para fazer.
Amanhã, depois ou nunca.
Sim, porque ninguém controla o que os bárbaros fazem depois durante toda a semana. E os bárbaros fazem tudo para fazerem o que lhes apetece. Isto é, nada.
Hoje na reunião dos 16 sobraram ideias, egos e invejas.
Nada mudou.
Para a semana repetimos a terapia de grupo.
Estou a terminar o meu segundo livro.
Sobre pessoas que matam com o olhar.
É uma história estranha. Até para mim.
É divertido ler algo que se escreveu e depois já não tem nada a ter conosco.
Os personagens que matam com o olhar eram cegos. Não viam para além do óbvio.
Até que um mago e mestre os ensinou a olhar apontando para as sobrancelhas dos outros vesgos .
A idéia era generosa mas o mestre não contou com o ódio escondido nos plebeus.
Um cego de olhar e coração só pode tornar-se um assassínio.
O assassino do olhar morto.
É pá, eu tenho mesmo jeito para escrever títulos apelativos.
As minhas desculpas pelo insuflar do ego, mas apeteceu-me.
Ok
Eu vou mesmo falar de brasileiras (e brasileiros) e de sexo.
Isto a propósito dum provocador e interessante artigo Amigos, amigos… sexo FAZ parte dum blog que leio sempre com renovado prazer.
O que me diverte neste texto é a fantástica abertura de espírito do povo brasileiro, em contraste com a nossa eterna tacanhez europeia.
Será do calor? Das mulatas? Dos mulatos de pila-de-meio-metro?
Pois o blogger Papo de Homem escreve sobre as amizades coloridas e do jeito que só brasileiro sabe. Com direito a descrição pormenorizada:
E isso interessa-me porquê?
Porque para além do óbvio tenho a sensação de estar ultimamente a ser catrapiscado por uma amiga de sempre. Intensamente mas docemente.
Será uma amiga colorida ou a minha miopia?